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6. Satélites minúsculos

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A nova geração de satélites da NASA difere grandemente dos satélites atuais, principalmente pelo tamanho reduzido deles. Temos satélites sobrevoando nossas cabeças que pesam muito mais do que carros de passeio, e para manter algo desse tamanho em órbita é necessário um empenho muito maior do que haveria se o tamanho deles fosse menor como o da imagem acima.

Um desses micro satélites é o CubeSat (imagem) que, como o nome sugere, é um satélite em formato de cubo que tem 10 cm de largura e pesa 1,3 kg. Esses satélites são altamente customizáveis e fáceis de transportar, por isso a NASA liberou o projeto para estudantes e universidades enviarem seus próprios designs, os melhores serão transportados facilmente na próxima missão espacial.

Mas eles ficaram ainda menores. Em 2011 foram lançados satélites do tamanho de selos de cartas, que são literalmente menores do que polegares. Caso os testes sejam favoráveis, logo esses satélites serão lançados em massa e ficarão sobrevoando nosso planeta como se fossem sujeira sideral.


7. Ratos astronautas

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Para estudar os efeitos prolongados que a gravidade zero causa em nós, a NASA vai lançar seus astronautas mais bonitinhos – apelidados de “ratonautas” – numa missão de seis meses em gravidade zero.

Os ratos tem uma expectativa de vida de aproximadamente dois anos, então eles passarão 25% da vida deles no espaço, o equivalente a um humano ficar 20 anos lá em cima! Já que nossas fisiologias são bem parecidas, a NASA deseja desvendar quais as consequências de ficarmos sem gravidade por tanto tempo assim.

Os ratinhos vão ficar em módulos como o da imagem acima, onde terão tudo que precisam para sobreviver, incluindo companhia, já que cada módulo consegue abrigar até 6 ratos, então logo saberemos se uma vida longe da Terra e da ação da gravidade será possível um dia.



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8. Viagens sem combustível

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O maior problema de longas viagens espaciais é o combustível. Para gerarmos propulsão necessária para manobrar ou acelerar uma nave espacial precisamos queimar combustível, certo? Errado, bom, pelo menos isso de acordo com as novas tecnologias.

Esse aí de cima é o Cannae Drive, ele usa esse formato de cone em conjunto com radiação em microondas para se mover no espaço. Ao invés de combustível, ele usa a pressão formada pela radiação e a direciona para longe do cone, dando a ele um pequeno empurrãozinho.

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Até agora a tecnologia tem a força de uma “borboleta batendo asas”, mas isso talvez não faça tanta diferença no espaço. Isso também nos mostra um caminho que a NASA está tomando, e quem sabe não veremos uma versão maior desse propulsor em futuras missões?


9. OSIRIS-REx

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O programa Nova Fronteira da NASA tem por objetivo desenvolver missões para conhecer melhor o nosso sistema solar, e uma dessas missões é o OSIRIS-REx, que tem como destino um asteróide chamado Bennu.

Bennu é um asteróide com o tamanho de aproximadamente 4 campos de futebol que está viajando no nosso sistema solar a uma velocidade incrível há pelo menos 4 bilhões de anos, ele faz parte de destroços espaciais que estão por aqui desde a criação do Sol e da Terra.

O OSIRIS-REx tem por objetivo chegar até esse asteroide para coletar uma amostra com um bastão extrator. Assim entenderemos melhor como tudo começou, e já que o Bennu tem uma boa chance de bater aqui no próximo século, é bom sabermos também do que ele é feito caso tenhamos que destruí-lo.


10. Controle de tráfego aéreo para Drones comerciais

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A NASA, em conjunto com outros órgãos governamentais do mundo todo, está desenvolvendo regras para um controle de tráfego aéreo para drones, esses robozinhos voadores que farão cada vez mais parte do nosso cotidiano daqui pra frente.

Alguns dos drones da nova geração em breve estarão sendo enviados para missões na Terra mesmo, para vigiar grandes plantações e tubulações, mas as aplicações futuras são infinitas. O órgão americano FAA aprovou o primeiro drone comercial nas terras do Tio Sam em junho deste ano, e o sistema de controle de tráfego permitirá que milhares de outros drones possam ser legalizados e possam povoar os céus.

Os testes iniciais devem ocorrer sempre em áreas remotas para evitar que algum deles caia na cabeça de algum desavisado, e eles deverão sobrevoar em altitudes que variam entre 120 a 150 metros do chão. Mas o sistema de tráfego ainda deve demorar alguns anos até ser considerado 100% eficaz, sendo assim por enquanto não teremos que nos preocupar com nada caindo em nossas cabeças.

[Listverse]


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