Na Universidade de Bern na Suiça existe um robô chamado Virtobot que é capaz de realizar uma cópia virtual de cadáveres humanos e digitalizá-los para futuras pesquisas. Além disso, o Virtobot consegue através da tecnologia de ressonância magnética e topografia computadorizada realizar autópsias sem precisar abrir o corpo, isto é, preservando a integridade dos cadáveres. Eles chamam o robô de Vitobot forense de alta tecnologia. Segundo Lars Ebert, um dos programadores do Virtobot, além da ressonância e topografia, o robô realiza autópsias no laboratório Virtopsy projetando um feixe de luz escaneando todo o corpo que está sendo examinado. A imagem do contorno do corpo e até a textura da pele é capturada por […] […] uma câmera de alta definição. Um computador combina a imagem da parte externa do corpo com os dados da parte interna coletados pelo processo de ressonância magnética e topografia. Quando as duas informações são unidas, obtém-se então um mapa digital tridimensional completo do corpo analisado. Esta é uma informação valiosa para investigadores forenses analisarem em 3 dimensões de todos os ângulos possíveis todos os detalhes internos e externos do corpo. As informações podem também ser muito úteis para estudo em universidades de medicina, eliminando talvez a necessidade de excessivo contato dos alunos com cadáveres de indigentes em laboratórios de anatomia. Os dados coletados pelo Virtobot por enquanto não são totalmente aceitos como provas concretas em tribunais. Mas isto é questão de tempo, pois a tendência é que cada vez mais a tecnologia ajude no âmbito medicinal ou investigativo. Veja um vídeo a seguir com uma demonstração do Virtobot.


URL do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ue1SXxaV6lw

[Via DVICE]

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