De acordo com a NASA, em 2020 pesquisadores de empresas privadas poderão viver na lua quando os astronautas saírem em alguma missão para explorar asteroides. O estudo sobre missões humanas na lua com o projeto de habitação extra-terrestre foi apresentado nesta quinta-feira (23).

O estudo, feito pela empresa Bigelow Aerospace e comissionado pela NASA, está atraindo a atenção de diversas empresas empresas privadas do mundo inteiro, que pretendem investir em pesquisas e estudos farmacêuticos entre outras missões no solo lunar.

A NASA pretende seguir seu programa espacial – que já está em andamento – até 2025, onde astronautas da estação espacial farão visitas a asteroides e aproximadamente uma década depois deverão rumar para marte. O presidente americano Barack Obama propôs um investimento de de 105 milhões de dólares para incentivar a NASA a encontrar e posicionar um asteroide para ser analisado pelos astronautas.

Mas as empresas privadas interessadas, como a Bigelow por exemplo, têm um interesse maior na lua do que no tal asteroide. A Bigelow pretende desvendar informações sobre o solo lunar e sobre a atividade na superfície de nosso satélite. A NASA pela primeira vez parece demonstrar interesse na ajuda destas empresas privadas.

A Bigelow Aerospace ficou encarregada de entrevistar aproximadamente outras 20 empresas espaciais e organizações de pesquisa ao redor do globo para que a NASA pudesse analisar, o que ela já completou com seus próprios recursos. A empresa não esconde suas ambições e pretende colocar habitações orbitando a Lua e o planeta Terra, além disso a empresa já entregou os relatórios, e a segunda parte da missão – que é a de conseguir parcerias – já está em andamento e será entregue ainda neste outono.

Será a Lua o primeiro local extra-terrestre a ser realmente habitado pelo homem? Veremos.

[DailyMail]

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