Sei que esse é um assunto meio sombrio, mas já parou pra pensar no que aconteceria com toda sua vida virtual quando partisse dessa pra melhor? Já que até hoje ninguém conseguiu revelar suas senhas depois de morto, algumas empresas “.com” estão cuidando para dar um ‘fim’ nesse problema. Você pode até estar se perguntando: mas porque alguém teria interesse em adquirir minhas ‘senhas’? Porque você não leva com você somente as senhas. Sem que talvez

você perceba, a quantidade de informação pessoal sua disponível na internet cresce mais e mais. Quando alguém morre leva para o caixão senhas de contas bancárias, e-mails ou perfis de sites de relacionamento, milhas aéreas adquiridas, créditos em sites de serviço Voip. Como dito anteriormente empresas como a Slightly Morbid já oferecem soluções para administrar os seus assuntos na internet caso você morra. Por preços em torno de US$ 20 ao ano, estas empresas guardam as chaves de acesso ao universo online e as entregam à quem o indivíduo escolher após sua morte (é claro que ele deve escolher antes). A Slightly Morbid por exemplo, permite você criar uma lista de pessoas que devem ser notificadas em caso de morte ou acidente. A página exige que o usuário confie a uma terceira pessoa os dados de sua conta de acesso ao sistema. Em caso de tragédia, o indivíduo (confiável) escolhido notifica o Slightly Morbid, que envia uma mensagem automática para os contatos previamente escolhidos. O sistema protege a privacidade do mundo online, mas segue exigindo a participação de uma pessoa de confiança. Outros serviços, como o Deathswitch, com cerca de mil usuários, tentam evitar essa medida. Por US$ 20 ao ano, os membros do site criam uma lista com a informação que desejam que seja enviada às pessoas próximas, incluindo mensagens de despedida ou vídeos. O usuário deve acessar sua conta em determinados intervalos de tempo – por exemplo, uma semana – para confirmar que está vivo. Se não entrar, o sistema tenta repetidamente

entrar em contato com a pessoa e começará a mandar e-mails aos mais próximos se não houver resposta, esteja morto ou não. Jeremy Toeman, fundador do Legacy Locker, apostou em um sistema mais conservador que requer inclusive uma cópia do atestado de óbito antes de começar a compartilhar a informação do falecido. Já que a morte é certa para todos, é bom começar a pensar no que fazer.
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