Especial: Lord of the Rings – Conquest. Com vídeo.

Por: - 16/08/09 às 01:19 pm
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A famosa série de J.R.R . Tolkien – Senhor dos Anéis – já rendeu diversos jogos de vídeo games. O último lançado da série é o Lord of the Rings: Conquest. O jogo pode ser classificado como um game de ação em terceira pessoa, com o objetivo de combatater o inimigo usando intensamente os botões para promover a pancadaria. O jogo é baseado no filme trazendo os mesmos cenários e personagens, sendo a missões do Conquest a única diferença deste jogo em relação aos jogos anteriores. Veja mais imagens, informações e um vídeo do jogo a seguir.


O jogo da Electronic Arts foi lançado em Janeiro deste ano para as plataformas PC, Xbox 360 e PlayStation 3 e custa cerca de R$99,00. Cada cenário de Conquest vem recheado de vários objetivos como, por exemplo, dominar e defender determinados pontos de captura por tempo determinado, combater ondas de inimigos e enfrentar de vez em quando um herói como se fosse um chefe de fase. Em uma das missões é possível jogar com o lado do mal, impedindo Frodo a destruir o anel. Apesar da aparente variedade, as missões na maioria das vezes são repetitivas e banais. Veja algumas imagens do jogo abaixo (clique nelas para ampliá-las).


  
  


Personagens: 

O jogador pode escolher entrar para a batalha utilizando uma das quatro classes: Guerreiros – fortes e mais eficientes no combate corpo-a-corpo, podendo usar ataques com espada flamejante; Batedores (Scouts) – não tão fortes como os guerreiros, porém hábeis e velozes no combate corpo-a-corpo, podem se camuflar adquirindo invisibilidade parcial para matar inimigos por trás (útil para capturar um ponto de controle esquecido ou matar um herói do outro time); Arqueiros – usando de flechas comuns, flamejantes ou envenenadas, são úteis no combate à distância e podem causar ferimento crítico ao inimigo; Magos – soltam raios e conseguem recarregar sua própria a saúde e de aliados, além de utilizar um escudo de defesa; e, por fim, os Heróis, que são versões melhoradas das classes de combatentes acima referidas. Os heróis possuem habilidades diferenciadas e num determinado momento da batalha temos a opção de jogar utilizando um deles.

Há vários tipos de inimigos no jogo: soldados, oficiais, capitães, gigantes e heróis. Os soldados são os inimigos mais fáceis de serem derrotados – até demais. Já os oficiais conseguem se defender mais, sendo superados pelos capitães, estes sim, difíceis demais. Entre os gigantes, temos os Trolls e os Ents. Além disso, há também diversos monstros a serem derrotados e que até mesmo podem ser usados na batalha, como os Olifantes.


Controles:

Apesar de parecer um jogo legal e com cenários bem feitos, o sistema de batalha é desequilibrado (inimigos fáceis e difíceis ao extremo) e sua jogabilidade é imprecisa. O time de personagens controlados pela IA que deveriam ajudar o jogador, acabam deixando que o jogador na mão cuidando de toda a pancadaria sozinho. Pra piorar, o número exagerado de oponentes por metro quadrado somado a imprecisão de alguns golpes (especialmente no corpo-a-corpo) faz os diferentes comandos de ataque serem esquecidos, transformando tudo em uma overdose descontrolada de cliques no mouse. Em algumas fases, chega a ser desesperador ver o nosso herói cercado por todos os lados e sendo mais malhado do que um Judas em época de Páscoa. 


Gráficos e Som:

os cenários poderiam ser melhores. Apenas alguns cenários do jogo realmente trazem mais qualidade – o restante deixa a desejar. Os muros invisíveis estão presentes no jogo, bem como alguns lugares em que o jogador pode cair desavisado em um abismo. No mais, os cenarios não impressionam.

O som do jogo é bom. ideal para um jogo de batalhas épicas, as músicas condizentes, sendo o único problema dele, a voz de um comandante que fica lembrando o jogador o tempo todo o que ele precisa fazer. Lembra até aqueles caras “malas” que ficam querendo ensinar você a fazer seu seu serviço.


Conclusão:

É impossível ignorar a má qualidade da jogabilidade de Conquest, como o combate desequilibrado, difícil e impreciso. Apesar do jogo oferecer diversão na parte online, não traz nada de realmente novo e inovador a um mercado já saturado com títulos semelhantes e melhores. Aos menos exigentes e fãs de LOTR é uma boa opção. Mas, aqueles que procuram por algo realmente inovador, LotRC não atenderá as expectativas e fará o jogador sentir saudades de LOTR – Return of The King para PS2. Veja vídeo com o gameplay do jogo abaixo e tire você mesmo suas conclusões.




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