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Quando o assunto é “futuro”, temos que viajar na maionese MESMO! O assunto agora é aparelho de telefone móvel. Hoje eles são chamados de smartphones, mas antes de tudo, bem no princípio, eles eram só telefones. Daí vimos os aparelhos de telefone com fio se tornarem móveis e adquirirem a forma de tijolo, depois vimos eles ficarem pequenos, depois ficaram finos e hoje, quem diria, voltaram a ficar maiores do que antes. Como eles serão então daqui 50 anos? É difícil traçar um futuro certo, mas já que é pra usar a imaginação, resolvi avacalhar pra deixar o post mais interessante. Imaginei um 2064 diferente do que a maioria talvez imagine que seja, onde a tecnologia viverá dentro de nós. Não leve o post tão a sério, apenas viaje.


1. Peças implantadas em nosso corpo

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No ano de 2064, se atualizar com a tecnologia será algo mais invasivo do que imaginamos. Dependendo de como você usará seu smartphone, vários dispositivos poderão ser implantados em diferentes partes do seu corpo. E podemos ir mais longe, talvez NÓS MESMOS seremos o próprio smartphone. Aqui estão alguns exemplos de implantes:

  • Fones de ouvido será coisa do passado, implantes ósseos sonoros serão ligados aos ossos de sua cabeça. Os usuários poderão ouvir suas músicas e atender ligações sem precisar dos fones de ouvido. OBS: Esta técnica de audição óssea já existe atualmente.
  • Câmeras dentro do seu globo ocular poderão gravar as imagens e vídeo que seus olhos veem, tudo controlado por um piscar de olhos ou através de algum comando cerebral.
  • Pagar conta com smartphones pra quê? Transmissores e receptores RFID (identificação por radiofrequência) poderão ser inseridos em suas mãos para que você possa usar seu saldo bancário com o toque de um dedo, e você poderá até mesmo trocar informações de contato com uma outra pessoa em uma reunião de negócios apenas apertando as mãos dela.
  • Transmissores e receptores de dados poderão ser instalados em nosso cérebro, para a transmissão e recepção de dados – como por exemplo os vídeos ou imagens que capturamos com os olhos – em dispositivos eletrônicos de armazenamento internos ou externos. Já pensou se pudéssemos receber informações instantâneas de uma profissão ou sobre qualquer outra coisa em tempo real?

A maioria destes itens serão comentados de forma mais aprofundada a seguir, então prepare-se para fundir seu cérebro!


2. Realidade Aumentada

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Anos depois do Google Glass ter se tornado peça de museu, displays em miniatura serão implantados dentro de nossos olhos (aqueles que não puderem pagar pela cirurgia poderão usar lentes descartáveis). Isso permitirá que a realidade aumentada faça parte de nosso cotidiano, onde as informações serão sobreposto em nosso campo de visão, e informações poderão aparecer quando apenas olharmos para um objeto.

Pra quê GPS? As informações sobre direções poderão ser vistas na estrada na frente dos seus olhos enquanto estiver dirigindo, bem com informações vitais de seu carro – como velocidade, limites de velocidade da rodovia, alertas de tráfego, etc. A realidade aumentada não afetará apenas sua locomoção. Na verdade, ela revolucionará a maneira de fazermos tudo em nosso cotidiano: poderemos ter projeções de vídeo ao vivo da partida de seu time do coração, receitas culinárias, listas de compras de supermercado, ou até mesmo ver legendas em tempo real bem na frente dos olhos do filme que estivermos assistindo no cinema.


3. Aplicativos controlados pela mente

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Para os que ainda não sabem, atualmente já existem implantes cirúrgicos de chips que permitem que amputados controlem seus membros robóticos através de comandos cerebrais. Em 2064, no entanto, você terá neurotransmissores ligados à sua cabeça que poderão enviar sinais do cérebro e receber informações. Desenvolvedores de aplicativos para smartphones poderão criar maneiras de tirar proveito desta habilidade, permitindo que os usuários controlem aplicativos a partir de seus pensamentos.

Imagine se pudesse mudar as estações de rádio, ou trocar um filme da Netflix, por exemplo, apenas pensando nisso? As possibilidades são ilimitadas, e talvez até um pouco assustadoras. Os cientistas já estão trabalhando em formas de converter nossos pensamentos em dados digitais, e vice-versa. Se isso for possível um dia, nós poderíamos armazenar mais memória em discos rígidos implantados (ou não) e então, compartilhar nossas memórias e experiências (quando quiséssemos) com um(a) amigo(a), seria tão prático quanto enviar um arquivo de um computador para outro na rede. O mesmo se dá com o inverso, poderíamos fazer um download de informações de outras pessoas – quando estas permitirem – diretamente para o nosso cérebro (forçando, assim, a humanidade a reavaliar o sistema de ensino). Dessa forma, qualquer um poderia ser médico, engenheiro, imagina blogueiro então (OUCH!). Ah! Espera um pouco… Uma coisa ainda talvez ainda seja impossível “digitalizar”: A criatividade do humano (ufa!).


4. Movidos a humanos

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A tecnologia não parou de avançar até agora, e não vai parar. Tudo praticamente será sem fio, então cabos de alimentação se tornarão obsoletos. Telefones sem fio já têm sido alimentados por indução há um bom tempo, mas como a energia limpa, segura e acessível, tem se tornando cada vez mais escassa, os cientistas, eventualmente, poderão desenvolver formas de captar a energia emitida pelo corpo humano para alimentar nossos aparelhos eletrônicos e, obviamente, os sensores embutidos em nós.

Dependendo do quanto você usa suas habilidades intra-digitais (gostei dessa!) durante o dia, você talvez tenha que comer mais um pouco de comida para manter os aparelhos ou sensores funcionando perfeitamente (viva o Bacon!). Tudo poderia ser aproveitado, os cientistas começariam a pensar em, por exemplo, aproveitar a energia das ondas cerebrais que emitimos quando dormimos, o que permitiria que nossos aparelhos ou sensores embutidos fossem recarregados indiretamente através de nossos sonhos.


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